Brasil Crepuscular

No final de 2007 um grupo de competentes mestres de Porto Alegre iniciou o primeiro live action de Crepúsculo ambientado no Brasil. O mesmo foi feito no início de 2008 em Juiz de Fora, terra natal do autor do RPG. Os jogos de ambas as cidades são unificados (ou seja, um jogador de uma, interfere nos eventos da outra). Agora a Conclave Editora quer ampliar essas iniciativas para todo o Brasil, criando o Brasil Crepuscular.
A idéia é criar vários live actions em todo o país, ambientados no cenário Crepúsculo e desenvolvendo a Guerra Santa nas terras tupiniquins. Para isso, a editora Conclave se compromete a dar todo o suporte necessário para os mestres interessados, de forma a unificar os projetos e contar juntos uma história do Crepúsculo Brasileiro. A Conclave editora se compromete, entre outras coisas a:
  • Prestar consultoria gratuita aos mestres de cada uma das cidades tanto sobre o cenário Crepúsculo, quanto sobre o sistema de jogo e sobre live actions;
  • Dar suporte com materiais inéditos para os mestres de cada cidade, atualizando o cenário;
  • Criar e manter uma History line coesa entre as cidades participantes;
  • Dar descontos especiais para todos os participantes de todas as cidades do país;
  • Promover o contato entre os mestres e jogadores de cada cidade de os autores da linha Crepúsculo, com os quais poderão trocar idéias e planejar iniciativas;
  • Levar os autores às cidades (sempre que possível) para ministrar palestras, dar dicas sobre os jogos etc.;
  • Promover sorteios periódicos de prêmios entre os participantes em cada uma das cidades.

Portanto, se você é mestre, gosta de live action e que aderir a um jogo interligado em todo o Brasil, entre em contato com a Conclave através do mail: conclave@powermail.com.br.

Veja aqui os blogs dos live actions de Crepúsculo de Juiz de Fora e Porto Alegre:

Saiba mais sobre o RPG Crepúsculo:

Participe ajuda a construir o Brasil Crepuscular!

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Descoberta grande necrópole romana na Transilvânia, Romênia

Arqueólogos romenos descobriram na Transilvânia, perto de Alba Julia, uma grande necrópole com 350 túmulos dos séculos II e III, a época da ocupação romana da antiga Dácia (a Roménia de hoje). A zona estudada estende-se por 3000 metros quadrados e está situada perto da antiga Apullum, sobre Dealul Furcilor (Colina das Forcas), disse à imprensa Cristinel Fantanaru, que dirige estas escavações arqueológicas.

"Descobrimos cerca de 350 túmulos de incineração e inumação, a maioria delas saqueadas desde há já vários vários séculos", precisou Fantanaru, antes de apresentar o inventário dos objectos, antigos de mais de 1800 anos, encontrados praticamente intactos. Além de ossadas, os arqueólogos desenterraram peças de cerâmica, braceletes, anéis, moedas de bronze e cobre e jarros de vidro.Prevalecem os túmulos de inumação com os corpos colocados directamente na terra, explicou o arqueólogo, mas foram também descobertos sarcófagos de azulejos que referenciam um posto mais importante da pessoa enterrada na comunidade.

Entre outros objectos encontrou-se, no túmulo de uma criança, o que se supõe ser um brinquedo - uma estatueta de argila, oca, contendo no interior contas de vidro. Segundo Fantanaru, estes achados são importantes para o estudo dos ritos funerários durante la ocupação romana. Alba Julia, antigo Municipium Septimius Apullense, ou, abreviadamente, Apullum, foi um dos mais importantes centros da administração romana na Dácia, conquistada no ano 106 pelo imperador Trajano, nascido em Itálica (Espanha).

RMM.
Lusa/fim

Fonte: Visão

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Stonehenge - Escavações

Um grupo de arqueólogos iniciou nesta segunda-feira (31) as primeiras escavações em mais de 40 anos no monumento de Stonehenge, no oeste da Inglaterra, na esperança de descobrir os mistérios dessa construção de blocos de pedra.

Stonehenge é um conjunto de estruturas circulares concêntricas construído entre 3.000 e 1.600 antes de Cristo. Os especialistas começaram a trabalhar no local --classificado como Patrimônio Mundial pela Unesco-- e pretendem datar com precisão o Duplo Círculo de Pedras Azuis, a primeira estrutura construída neste monumento. As pedras azuis escondem a chave que irá permitir compreender o significado de Stonehenge", explicou Simon Thurley, diretor-geral do English Heritage, uma agência pública encarregada da preservação do sítio.

As últimas escavações aconteceram em 1964, mas todos os trabalhos desde a época se limitaram à manutenção do monumento, sem buscar respostas concretas sobre Stonehenge. "Foram realizadas poucas pesquisas arqueológicas de qualidade", afirmou David Miles, arqueólogo e chefe das obras, que classificou o atual projeto como "incrivelmente interessante".

"As pessoas acham que sabemos muito [sobre o monumento], mas na verdade há muitas coisas que desconhecemos", admitiu Miles.

O que já se estabeleceu até esse momento é que as pedras estão orientadas de acordo com o nascer e o pôr do sol, mas os especialistas continuam perguntando qual seria o real objetivo do monumento. Alguns afirmam que se trata de um templo, outros dizem que é um observatório pré-histórico ou até mesmo um cemitério secreto.

Fonte: Folha Online

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RPG - Live Action

O Live Action é uma modalidade de RPG, que se aproxima e muito de uma peça de teatro. A diferença é que, assim como ocorre no RPG de mesa, os jogadores/personagens não possuem falas predeterminadas. Os narradores/diretores seguem um roteiro básico, o qual chamamos de plot, mas os jogadores estão livres para agirem da forma que desejarem, atentando, é claro, para as características e objetivos de seus personagens no live.
Diferentemente do RPG de mesa, os jogadores podem utilizar-se de roupas, acessórios e da própria expressão corporal, para caracterizarem seus personagens. Por outro lado, a imaginação ficará de certa forma limitada, tendo em vista a impossibilidade de realizar-se determinadas ações, como as de combate e outras peripécias físicas. Ou seja, no geral, o jogo é conduzido da mesma forma que uma peça, onde os atores ficam impossibilitados de representarem determinadas cenas, que seriam possíveis em um filme ou em uma novela, mas não no teatro, seja pela falta de aparato técnico e/ou de segurança.
Assim como no teatro, é montado um cenário para a realização do jogo em um determinado local, que pode ser uma casa, um sítio ou até mesmo, ao ar livre. Como a ação é "ao vivo", se houver um desentendimento entre os personagens, não poderá ocorrer, obviamente, um combate físico, já que isto colocaria em risco a integridade física deles. Neste caso, cada jogador irá declarar a sua ação aos narradores e estes realizarão testes, de acordo com os atributos e habilidades de cada personagem. O resultado dos testes determinará o "vencedor". Estes poderão ser realizados através de dados, cartas ou qualquer outro meio escolhido pelos mestres e jogadores, conforme as regras do sistema de jogo adotado.
No caso do live de Crepúsculo em Juiz de Fora, os narradores utilizam um programa de celular, para verificar os sucessos e fracassos das ações realizadas pelos personagens.
Imagem: Cenas do Live Action de Crepúsculo em Juiz de Fora.

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Crepúsculo

A Guerra Santa ainda não terminou. Continua viva e ardente nos corações dos incautos soldados que batalham. Na aurora do século XXI, Ordens, Seitas e Sociedades partilham cada fatia do Mundo Vivo em combates abertos, espionagens, ou mesmo, dissimulados joguetes políticos.
A incerteza do futuro está imersa na cortina de fumaça que consome toda a Orbe. Somos todos peões neste imenso tabuleiro de xadrez que insistimos em chamar de lar. Todos soldados e vítimas de um confronto iniciado no Anno Domini. Agora, mais do que nunca, resta apenas escolher um lado na batalha, aliar-se a um dos exércitos e suportar até o Final dos Tempos. Pois o pior de todos os enfrentamentos será sobreviver aos próprios ataques da consciência, aos delírios da alma, às crises do interior mais profundo.
Agarre sua fé, desenvolva seus poderes sobrenaturais e prepare suas armas! Cedo ou tarde a Guerra irá bater à sua porta e, quer você esteja pronto ou não, será levado pelo furor do combate eterno entre o Bem e o Mal, o Sagrado e o Profano. E quando tudo parecer cinzas, você verá que é apenas o começo…”

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Crepúsculo é um RPG moderno onde uma Guerra Santa Urbana é travada ao redor da Terra. Misticismo, magia, seres sobrenaturais, lendas e mitos, se misturam a mais avançada tecnologia de guerra de nosso tempo, à fé e à decadência de um mundo à beira de um colapso. É o primeiro livro-cenário para Ação!!!, contando com novas Classes de Prestígio, regras de Magia, Criaturas e tudo o que você precisa para iniciar uma campanha.
O Crepúsculo 3ª Edição foi revisado, aperfeiçoado e ampliado. É um livro de RPG para os sistemas Ação!!!® e Clavius®. Você escolhe que sistema deseja utilizar para jogar. O livro é de capa dura, ilustrada com mais uma belíssima imagem de Mozart Couto, um dos quadrinistas brasileiros de maior renome nacional e internacionalmente. As ilustrações internas ficam por conta de uma equipe de grandes artistas, como Alexandre Bar, Bernardo Vieira, Birous, Luciano Giovani, Manoel Magalhães e Diogo Veigas.
Nas páginas de Crepúsculo você encontrará:


  • Todas as informações necessárias para iniciar uma campanha de Crepúsculo, com detalhes dos personagens, da Guerra Santa e das criaturas que habitam o mundo crepuscular.
  • Dez novas Classes de Prestígio e Arquétipos.
  • Oito Estirpes (raças) diferentes, sendo duas delas inéditas.
  • Duas regras para o uso de Magia: Dádivas e Rituais.
  • Regras para a criação de personagens nos sistemas Ação!!!® e Clavius®.
  • Regras para a utilização de NPCs Anjos e Demônios e muito mais.
Para jogar Crepúsculo utilizando o sistema Ação!!!® (D20 Moderno) você precisará do livro básico de Ação!!!® .
Clique aqui para adquirir este livro pelo site da Conclave Comic Shop e Editora.

Autor: Cristiano "Cuty" Chaves

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Anjos Rebeldes para Crepúsculo

Anjos Rebeldes: Policial encontra, no local de um crime, nota de falecimento de coronel do exército, livro sobre anjos e uma bíblia esfarrapada. Investigando, descobre estar no meio de uma guerra entre anjos renegados, que querem destruir o céu, e Lúcifer, que não admite dividir seu reinado de trevas.
Anjos Rebeldes 2: Após o fracasso de sua revolução contra o Criador, o anjo Gabriel retorna à Terra para impedir o nascimento de uma criança, meio humana, meio anjo, que nascerá para pôr um fim na guerra celestial.
Anjos Rebeldes 3: A batalha entre os anjos continua com a chegada de Pyriel, cruel anjo do genocídio, que pretende dizimar a humanidade. Danyael, filho de um anjo com uma mulher, é a única pessoa capaz de evitar a matança. E para isso conta com a ajuda do anjo decaído Gabriel, seu guardião secreto. Christopher Walken volta a interpretar o anjo Gabriel neste terceiro ''Anjos Rebeldes''. Vivendo como um humano e apreciando os prazeres terrenos, Gabriel presencia um fato bizarro. Um homem cego, dizendo ser um instrumento do senhor, atira em um homem que pregava contra Deus.Horas depois, este homem levanta do necrotério e sai em direção a rua. Gabriel e uma outra figura misteriosa passam a persegui-lo, acreditando que ele é a chave de um mistério que pode definir o futuro da humanidade.
Adaptação para Crepúsculo

Se você quiser criar uma aventura para Crepúsculo baseada em elementos da série de filmes "Anjos Rebeldes", algumas regras e informações devem ser observadas:
Ambientação:
A introdução do livro Crepúsculo 3 Edição traz um resumo dos vários embates entre a Ordem e o Caos através dos séculos, além de fatos que marcaram o início da "Guerra dos Céus" (p. 125/129).
Personagens - Estirpe/Raça
Fali: são anjos que se rebelaram contra o Criador e diferentemente de Lúcifer e tantos outros, não foram enviados diretamente para o Caos e sim, banidos para o Mundo Vivo, para viverem como mortais. Ainda que vivam mais do que o normal, terão que se decidir entre o caminho da redenção ou da danação. A descrição e as regras de jogo dessa estirpe encontram-se nas p. 22/23 do Crepúsculo 3 Edição.
Nefilins: filhos de anjos ou anjos caídos (anjos que se rebelaram e foram banidos para a porção do Caos no Mundo Astral), que podem servir à Ordem ou ao Caos. A descrição e as regras de jogo dessa estirpe encontram-se nas p. 20/21 do Crepúsculo 3 Edição.
Servilis: são mortais com uma dupla personalidade, uma vez que parte de sua essência é dominada por um anjo ou um demônio. Esta parte angelical ou demoníaca pode se manifestar em momentos de tensão ou por vontade própria do personagem. A descrição e as regras de jogo dessa estirpe encontram-se nas p. 30/31 do Crepúsculo 3 Edição.
Criaturas Sobrenaturais:
O Crepúsculo 3 Edição traz regras para o uso de Anjos e Demônios (p. 116/117) em aventuras.

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Londres: Cidade das Brumas

Se vens por curiosidade,afasta-te que ainda é tempo, mas se buscas a verdade, faz antes o teu testamento ".
Dois mil anos de história, quatro crepúsculos e incontáveis guerreiros... De celtas a centuriões romanos, de saxões a vikings, de cavaleiros medievais a corsários, de detetives vitorianos a espiões do séc. XX. Londres se transformou em um caldeirão de etnias, culturas, sociedades, seitas e religiões.
Fogo, peste e sangue marcaram a trajetória desta fascinante e misteriosa cidade, que nasceu e se desenvolveu sob a égide da destruição, do amor e do sacrifício, da paz e da guerra, dos vícios e das virtudes, do sangue dos seus inimigos e de seus próprios filhos e se tornou grande e bela, forte e temida.
No decorrer de sua longa jornada de apogeu e decadência, muitos chegaram e sob o véu da noite escura e fria, mistérios foram revelados, gritos abafados e paradoxos reconciliados. No entanto, nem mesmo a Igreja Católica e a Anglicana foram capazes de impedir o florescimento de um forte misticismo religioso. Assim, a cada passo que a Ordem dava, outro era dado pelo Caos e no final, parecia não haver nem vencedores, nem vencidos...
Durante todo este tempo, sua história foi traçada em meio aos confrontos entre Caos e Ordem e sob o olhar atento dos Filhos de Nosphoros e principalmente dos Neutros, que foram mais do que meros observadores e transformaram a cidade das brumas na Fênix, que insistia em renascer a cada vez que era destruída.
Foi justamente assim, entre o sagrado e o profano, entre a tradição e a inovação, entre o egoísmo e a generosidade, que tempos de glórias e de paz foram ofuscados pela fúria dos Quatro Cavaleiros... Guerra, Discórdia, Fome e Morte, onde muitos pediam: "Senhor, tende piedade de nós". Mas apesar de tudo, do fogo, da peste, das conspirações e intrigas palacianas, nada foi capaz de destruí-la, pois das cinzas sempre renascia e nas brumas se fortalecia.
No entanto, em 1998, a fogueira das vaidades trouxe o IV Crepúsculo, talvez o último e mais temido embate, e cujo final, somente as brumas poderão revelar...
Venham soldados, embarquem comigo nessa fascinante e perigosa jornada. Preparem-se para a guerra e defendam sua fé! As peças do grande tabuleiro já estão a postos e apesar da aparente bonança, as estruturas já começaram a ruir... Mas cuidado! “Todas as verdades são meias verdades e nem tudo é como parece ser...”.
Boudicca, A Rainha Vermelha.

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"Londres: Cidade das Brumas" é um cenário de jogo para o RPG Crepúsculo, um mundo recheado de mistérios, intrigas e conspirações, seres sobrenaturais e muita ação! - Com regras para os sistemas Clavius e Ação!!!(D20 Moderno), Londres pode ser usado também como cenário base para vários outros RPGs.
O primeiro capítulo (A Fênix) traz, sob a ótica de Boudicca, os principais acontecimentos da Guerra Santa na cidade das brumas, durante seus dois mil anos de história.
O segundo (O Cenário), a Londres de várias épocas: Romana, Saxã e Viking, Medieval, Renascentista, Vitoriana e Contemporânea, com os aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais de cada período, incluindo os lugares e regiões mais importantes. Além de mapas para a localização das regiões e domínios de ordens, seitas e sociedades. O que permite a criação de diversos tipos de aventuras em épocas completamente diferentes.
E o terceiro e último (Guerra Santa), um background das ordens, seitas e sociedades que há séculos dominam o seu cenário místico-religioso, incluindo seus líderes atuais.
No Apêndice, você encontrará ainda informações sobre artefatos, lendas, personalidades, novas ordens e sociedades, agências de espionagem, organizações policiais e criminosas, cronologia etc. Além de uma nova estirpe, os Avatares, filhos de mortais com Neutros.
Isso tudo, para que você possa dar asas a sua imaginação e criar desde aventuras políticas, recheadas de intrigas e mistérios, até interceptações, invasões e resgates suicidas, permeados por muitos desafios e, principalmente, ação!!!.
Londres tem capa de Mozart Couto, um dos maiores ilustradores brasileiros, com arte interna de três grandes artistas: Flávio Ribeiro (Crepúsculo 3ª Edição, Vikings: Guerreiros do Norte e Crônicas de Avalon), Alexandre Bar (Crepúsculo 3ª Edição, Ação!!! e Neokosmos) e Márcio Fiorito (Ravenloft, Série Quintessência e outros).
Por isso, não perca esse lançamento da Conclave Editora. O cenário em que você verá que quando tudo parece cinzas, é apenas o começo...
Clique aqui para adquirir este livro pelo site da Conclave Comic Shop e Editora.
Autores: Karla Nogueira & Marcelo Oliveira

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Londres - Novas Ordens e Sociedades

Em mundo à beira de um colapso, envolvido por conspirações, intrigas e joguetes políticos, Londres foi jogada em meio à Guerra Santa, onde ordens, seitas e sociedades lutavam palmo a palmo pelo poder e a influência sobre a cidade das brumas. E no decorrer de sua história tornou-se um caldeirão de etnias e um refúgio seguro para muitas ideologias.

Em Londres: Cidade das Brumas, você irá encontrar, além de várias organizações místico-religiosas descritas em Crepúsculo, novas ordens e sociedades, como os templários, hospitalários e inquisidores anglicanos, que apesar de guardarem semelhanças com as suas co-irmãs católicas, possuem uma estrutura de poder e influência bastante peculiar.

Dentre as sociedades, foram incluídas informações sobre os Druidas, a OTO e a Golden Dawn.

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Vampiros - O Legado em Londres

Lançado em 2005 pela Conclave Editora, o Legado de Nosphoros trouxe para o universo do RPG Crepúsculo estes seres tão fascinantes e misteriosos. Baseado em antigos relatos, mitos e lendas, o livro retrata a Guerra Santa sob a ótica dos Filhos de Nosphoros de uma forma diferente e totalmente adaptada ao cenário crepuscular.

Em Londres, você encontrará um background completo de duas sociedades vampíricas: o Culto a Nosphoros e a Tríade (formada pelas Casas de Lilith, Lamec e Tubal-Caim), bem como de seus piores inimigos: a Ordem do Dragão.

Embarque nessa aventura e conheça mais sobre a luta pela sobrevivência destes seres e como eles influenciaram a Guerra Santa em meio às constantes disputas entre ordens, seitas e sociedades mortais na cidade das brumas.

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A Profecia

No Vácuo há de surgir o Supremo.
O genitor da espécie viva.
Viva e dual, como toda a existência.
Feita de extremos opostos como o Supremo.
Este dividir-se-a em duas partes.
Duais. Estremas.
Opostas.
Serão duas.
Divididas por sua criação.
Tentando dividi-la.
Entregar-lhe seu conhecimento.
Sendo apenas diferentes.
Ideologias diferentes.
Duais. Extremas.
Opostas.
Sendo conflitantes.
Tocando em territórios diferentes.
Agora rivais.
Lutando pela supremacia.
Para ser Supremo.
De tempos em tempos.
Combatem.
Pelejam.
Batalham.
Criam e Destroem.
Até o fim.
O fim.
O final dos Tempos.

"Eu tive um sonho que não era em todo um sonho. O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas Vagueavam escuras pelo espaço eterno [...]".
Lord Byron em "Trevas"

"Sem contrários não há progresso. Atração e repulsão, razão e energia, amor e ódio, são necessários para a existência humana".
William Blake em "O Casamento entre o Céu e o Inferno"

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Equipe Crepúsculo

Cristiano "Cuty" Chaves
Linha Crepúsculo - Crepúsculo, Veneza: Cidade dos Pombos e Liber Des Ritae
Linha Vikings - Vikings: Midgard e Vikings: Reinos de Pedra
Linha Suporte - Guia dos NPCs
E-mail/MSN: cristiano.cuty@gmail.com
Perfil no Twitter: http://twitter.com/cutyc
Página Pessoal: http://tocadocuty.wordpress.com/
Fernando Scheffer
Marcelo Oliveira
Ricardo Marat
Linha Suporte - Guia dos NPCs
Romances - Conto das Trevas: Na Trilha dos Mortos
E-mail: mtassi@pop.com.br /Perfil no Orkut: clique aqui

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1842: Caçada ao Diabo

Conto ambientado na Londres Vitoriana e que explica alguns fatos e acontecimentos da cidade das brumas... Eu estava ali, em meio àquele suntuoso salão medieval, cujos móveis e obras de arte me remetiam a um sentimento de grandiosidade e ao mesmo tempo de melancolia, saudades de um tempo em que a maioria dos problemas eram resolvidos sob o fio de uma espada. Mas os tempos eram outros e eu precisava reunir todos que pudessem ajudar naquela que seria a maior perseguição já realizada em Londres. Gostando ou não, tínhamos uma oportunidade única de eliminar aquele bastardo que há décadas estava por trás das atividades dos Filhos da Meia-Noite na cidade e que tantos havia levado a morte. Foram muitos anos de luta desde o Concílio Ecumênico de Viena, e até aquele momento não sabíamos quem era o líder deles. Mas, naquela noite, tudo viria a mudar. O corpo que jazia completamente inerte sobre a mesa havia nos dado um nome, ou melhor, a partir das informações de Edward Fletcher, sabíamos quem era o Imperador e seus principais seguidores em Londres, o que faziam e onde se escondiam.

Por outro lado, tinha plena certeza de que não poderíamos agir sozinhos naquela caçada. Eu já havia pensado em uma verdadeira estratégia militar para capturá-los, mas para isto precisaríamos que a seita fosse atacada por diversas frentes ao mesmo tempo, tornando a fuga de seus membros praticamente impossível. Tudo teria que ser feito no menor espaço de tempo possível, com uma precisão quase cirúrgica. A fim de colocar meus planos em prática, havia convocado vários líderes de ordens e sociedades, embora não me agradasse nem um pouco estar em companhia de certas pessoas... No entanto, a hora exigia sacrifícios e, se havia pelos menos algo em comum entre todos os convocados, era o desejo de impedir que não só os diabos, mas também os desafortunados espalhassem novamente o caos pela cidade, como já haviam tentado e, por vezes, conseguido. Existiam muitos interesses em jogo, e se não ajudassem por amor à Divindade, o fariam em prol de seus interesses pessoais, que estavam relacionados com o poder e a influência sobre a cidade das brumas.

Enquanto perdia-me em sonhos e pensamentos atormentados por tantos anos incansáveis de luta, uma voz ecoou pelo grande salão, tirando-me daquele estado em que me encontrava, perdido em meus próprios devaneios. Um jovem diácono anunciava que Sophie McLarty havia acabado de chegar. Seus cabelos ruivos estavam reluzentes, assim como seus olhos verdes, que não brilhavam tanto desde a primeira vez que nos vimos. Era visível sua alegria e esta devia estar contrastando, a olhos vistos, com o meu estado aparentemente frio e estático. Afinal, havia chegado à pior hora daquela longa noite que estava por vir, eu precisava contar a Sophie sobre seu pai Anthony, pelo qual sabia que tinha um amor incontestável. Ela nem me deu tempo de falar, aproveitando que estávamos sozinhos, veio correndo se sentar ao meu lado, deu-me um beijo e foi logo falando que estava esperando um filho meu. Numa frieza da qual me arrependo verdadeiramente, sem demonstrar nenhuma emoção por aquela notícia abençoada, simplesmente disse que o pai dela era o Imperador. Ela sabia muito bem o significado daquele termo e num espaço ínfimo de tempo, sua alegria se esvaiu e eu senti seus dedos quentes tocarem em minha face com uma força que jamais imaginara que pudesse ter. Naquele instante, palavras doces deram lugar a blasfêmias contra mim e minha ordem. Foi então que a peguei pelos braços e a coloquei contra meu corpo, enquanto podia sentir seu coração bater aceleradamente.

Pude sentir também suas lágrimas molhando-me a face, enquanto ela murmurava pedindo que aquilo não fosse verdade. Sophie sabia o que estava por vir, qual eram o significado daquela reunião tão incomum, o que seria decidido e o que seria obrigada a fazer. Pois mesmo para a sua sociedade, que não enxergava nem o bem e nem o mal absoluto em nenhum ser, os Filhos da Meia-Noite eram vistos como grandes inimigos. Acreditavam que tanto eles quanto a Igreja Católica eram os culpados pela deturpação de seus ritos e práticas e, por conseguinte, por todas as perseguições que sofreram através dos séculos. Enquanto enxugava suas últimas lágrimas, a porta do grande salão se abriu e Jonathan anunciou os demais convidados. Cada líder trazia consigo seus principais aliados, que iam entrando e se colocando em volta da mesa. Estavam todos ali, templários, hospitalários, inquisidores, tanto católicos quanto Anglicanos, além de Cabalistas, Senhores do Krav-magah, Wiccans, Maçons e até mesmo escolásticos. Sophie pertencia a Wicca, mas embora já tivesse desenvolvido vários de seus dons, ainda não estava preparada para assumir a liderança de sua sociedade, a qual era exercida por Raven MacCulloch e David McMurray.

Depois que todos estavam a postos, comecei a contar-lhes sobre Edward Fletcher, desde quando o capturamos até o momento em que nos deu as informações que precisávamos para livrar a cidade do poder dos Filhos da Meia-Noite e da Irmandade do Armagedon. É claro que as mais importantes e sigilosas foram deixadas para o final, pois precisava saber até onde estariam dispostos a ir, a fim de cumprir com um desejo que imaginava ser de todos. Como já esperava que fosse acontecer, uma longa discussão se desencadeou logo após minhas últimas explicações. O grande problema estava em uma das resoluções do Concílio Ecumênico de 1815, isto é, a caça aos membros de seitas e sociedades místicas, o que incluía wiccans e maçons. Portanto, naquele momento se acendia a fogueira das vaidades, dentro da qual ninguém se entendia. Ofensas e mais ofensas podiam ser vistas por todos os lados, que eram incendiadas pelas palavras insanas do promotor católico Gianluca Dellaguardia. No início, até tentei amenizar os ânimos, mas a situação chegou a tal ponto que, sem paciência para tal balbúrdia, simplesmente sentei em minha cadeira e fiquei presenciando, meio que atônito, o desenrolar daquela discussão que parecia ser interminável. Mas no fim, quase coloquei tudo a perder... Uma frase ecoou pela minha mente e me fez sair quase que instantaneamente daquele estado: “Podemos começar a limpeza pela senhorita Sophie McLarty, afinal, ela carrega o sangue podre que nos trouxe até aqui esta noite”.

Sem pensar em nada, virei-me para o lado e agarrei seu pescoço. Sentia que poderia sufocá-lo até a morte, mas parecia que ainda restava em mim um pouco de frieza. Talvez por espanto ou ainda por desprezo pela alma daquele maldito inquisidor, todos fizeram um silêncio mórbido. Somente olhares se cruzavam quando minhas palavras quebraram o silêncio: “Se fizer mais alguma ofensa, se inflamar mais alguma discussão, Sr. Dellaguardia, eu o convidarei a se retirar de Londres juntamente com seus acólitos. E se não fizer isto, pode ter certeza que não restará um para voltar a Roma!”. Sem nenhum comentário sobre o incidente, todos voltaram a seus lugares e, durante mais de três horas traçamos nossos planos para que pudéssemos destruí-los. A grande caçada começaria ainda naquela noite, depois que todos reunissem seus grupos e avisassem aos membros que não estavam presentes na reunião. Cada líder ficou responsável por um grupo, que foi reunido não por suas crenças, mas sim por suas habilidades em “combate”. Ao todo, deviam estar diretamente envolvidos na missão mais de cinqüenta pessoas, fora as que se mantiveram nas sombras. Estas, por sua vez, utilizaram sua influência e contatos para descobrirem informações sobre possíveis esconderijos que pudessem ser utilizados quando a perseguição começasse. Tínhamos pouco tempo para tanto, três dias talvez, depois disto era provável que conseguissem fugir.

Pode-se dizer que a caçada aos nossos inimigos foi uma busca quase que incessante pelas ruas estreitas e sombrias da cidade das brumas. Os grupos se revezavam dia e noite, indo a todos os tipos de lugares que eles pudessem freqüentar, de restaurantes mais requintados a antros de ópio e prostituição. Mensageiros cortavam os quatro cantos de Londres, interligando as informações e pistas encontradas, além de informar as baixas ocorridas e sucessos obtidos. As brumas, que a cada dia ficavam mais densas e sombrias, devido a fumaça que saía das grandes fábricas, eram ao mesmo tempo, o refúgio deles e o manto de nossas operações. Pela manhã, corpos eram encontrados boiando no Tâmisa, nas ruas miseráveis de East End ou ainda nas proximidades de belas casas e mansões que rodeavam o West End, local onde viviam os diabos mais afortunados. Assim, Londres vivia um verdadeiro banho de sangue. Na região leste, poucos se importavam com os acontecimentos, pois crimes eram mais do que comuns naquela área da cidade. No lado oeste, as coisas eram mais complicadas, mas nada que nós e os maçons não pudéssemos encobrir, devido a nossa influência sobre a jovem Scotland Yard. Em alguns casos, as mortes pareciam mais do que “naturais”, se é que posso dizer isso. Na quarta e última noite de nossa caçada, além de Anthony McLarty apenas um membro poderoso entre os diabos havia conseguido escapar e entre os membros mais importantes da Irmandade do Armagedon, todos já haviam sido eliminados.

Como o meu grupo era o único que estava com todas as suas forças reunidas, cabia a nós a derradeira missão. No entanto, durante a perseguição a Anthony, as informações desencontradas fizeram com que eu dividisse o grupo, que seria liderado por Erick Knight. Andamos por horas e como já era tarde nossos corpos já pediam descanso. A noite já havia sido por demais exaustiva e éramos duramente castigados pelo frio cortante, embalado pelo vento e pela chuva fina. Foi então que paramos e nos recostamos nas paredes de um beco sujo e fedorento de Whitechapel, uma das áreas mais miseráveis e perigosas do leste de Londres. No entanto, assim que recostamos, a chuva começou a aumentar seguida pelo vento frio que congelava até os ossos. Parecia improvável que realmente conseguiríamos recobrar nossas forças e nossa razão. Por um momento, enquanto tentava recolocar minhas idéias em ordem, fiquei observando Sophie, que estava do outro lado, bem na minha frente. Ela estava visivelmente cansada, quase sem forças e seus lindos cabelos, agora desgrenhados, escondiam seu rosto de menina. Porém não ficaríamos ali por muito tempo... De repente, um corpo envolvido pelos braços da escuridão saiu de dentro das sombras e levou Sophie consigo. Sem pensar, fui até a parede e ao tocá-la, não havia nada além de tijolos vermelhos. Naquele instante, meu corpo e minha mente foram tomados por um estado de fúria. Corri desesperadamente por aquelas ruas e becos tortuosos que nos cercavam na esperança de encontrá-la. Entretanto, no meu caminho só havia dor, pavor e sombras, muitas sombras, elas estavam por todos os lados. Meus gritos se misturavam aos trovões e ecoavam pela noite adentro sem nenhuma resposta. Em mim só havia desespero, não sabia por onde procurar.

Quando a esperança parecia não mais existir, ouvi gritos, eram de Sophie, tinha certeza disso. Estava perto e por algum tempo tentei me concentrar, para que pudesse descobrir de onde vinham. Foi então que consegui chegar a um beco, as densas brumas atrapalhavam muito a minha visão. Mesmo assim, pude ver dois corpos bem próximos. Um estava recostado na parede e outro estirado no chão. “Graças a Deus!”, pensei na hora. Sophie estava sentada e ainda respirava, enquanto seu pai tinha uma respiração muito fraca. Queria sair logo dali com Sophie, mas antes precisava terminar com o que havia começado. No chão, do lado dela, havia uma espada e o sangue escorria lentamente pelos símbolos satânicos nela esculpidos. Sem pensar em mais nada, sem o mínimo de compaixão sequer, peguei a espada com as duas mãos e cravei bem no meio do coração de Anthony McLarty. Mas qual não foi minha surpresa, quando a lâmina entrou em seu corpo! Não era Anthony que estava ali e sim, minha amada Sophie. O desgraçado havia se transformado nela, enquanto Sophie foi transformada em sua própria imagem. Mais uma vez, Anthony se utilizava de seus malditos dons! Eu havia matado Sophie e não ele como imaginava.

Porém, no momento em que retirava a espada de Sophie, percebi que sombras se formavam atrás de mim. Não sei se por intuição ou simplesmente por impulso, virei para trás girando a espada junto com o meu corpo, quando parei, a cabeça dele estava rolando pelo chão. Na verdade, quando golpeei Anthony, seu corpo estava se transformando em sombras, mas por sorte, a única parte que precisava para mandar aquele desgraçado para o inferno, que teve a coragem de condenar sua própria filha a morte, ainda estava intacta. Então virei-me novamente em direção ao corpo de Sophie e, diante dele, caí de joelhos, em prantos. Por um tempo, segurando-a entre meus braços, fiquei pedindo desesperadamente aos Céus que a trouxesse de volta. Quando estava saindo do beco, carregando seu corpo sem vida, meus companheiros chegaram, mas sem dizer nada a ninguém, ignorando até mesmo Erick Knight, fui caminhando entre eles e embrenhei na noite escura, fria e chuvosa. Afinal, não havia mais nada a fazer, a não ser lamentar pela minha própria ira. Em meio ao meu desespero, minha mente só conseguia ter um único pensamento: “Por que me abandonaste Senhor? Por quê? Depois de tantas batalhas, tantos sacrifícios... Por que me tirastes minha amada e meu filho? Lembra-se? Não por nós Senhor, não por nós, mas para a glória de teu nome!”.

Isto tudo aconteceu ontem à noite, hoje levei o corpo de Sophie para os arredores de Londres, num local mais afastado e ainda rodeado por belos campos e flores. Chorei muito ao ver seu corpo sendo consumido pelas chamas, mas sabia que aquela era a melhor forma de prestar minhas últimas homenagens. E em meio as rosas, que ali floresciam, espalhei suas cinzas. Como ela mesma dizia, tudo vinha da natureza e para ela deveria voltar.

Mas sua morte não será em vão. Hei de fazê-los pagar!

Edward Marshal, Conde de Pembroke
Mestre do Templo em Londres.

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Ordens em Londres


Templários Anglicanos

"Infelizmente somos por demais parecidos, a diferença está tão somente em quem adoramos. Por isso devem ser eliminados". (Filhos da Meia Noite)

Líder: Henry Marshal
Status Hierárquico: Preceptor
Sinopse:
Henry é um Tocado da Ordem (*) com o poder, raro entre os seus, de controlar a Luz (**). Como um típico lorde inglês teve uma educação tradicional, tornando-se um homem culto e bastante influente na sociedade londrina, assim como seus antepassados. Preparado desde cedo para assumir a liderança dos templários anglicanos em Londres, sempre buscou preservar o nome de sua família dentro e fora da ordem, colocando os interesses desta acima de tudo ou quase tudo...

(*) seres que estão intimamente ligados à Ordem, ver Crepúsculo.
(**) Dádiva Lucis, idem e Liber Des Ritae.Ficha de Jogo: em breve.
Ficha de Jogo: em breve.


Hospitalários Anglicanos

"Entre as ordens e sociedades existentes, é a única em quem podemos confiar". (Wicca)

Líder: Derek Kinboll (*)
Status Hierárquico: Preceptor
Sinopse:
Derek é o diretor-geral do Bart´s, um dos hospitais mais antigos da capital inglesa. Homem justo e misericordioso, sua alegria é contagiante. Mais do que um simples médico, Derek é um curandeiro nato, tendo em si o poder da cura (**).

(*) Estirpe/raça "Humanus", como a maioria da população, ver Crepúsculo.
(**) Dádiva Vita, idem e Liber Des Ritae.Ficha de Jogo: em breve.
Ficha de Jogo: em breve.


Inquisição Anglicana

"Infelizmente sua existência ainda é necessária, sabem fazer muito bem o trabalho sujo". (Templários Anglicanos)

Líder: Bispo Edward Gerensdadt (*)
Status Hierárquico: Inquisidor-Geral
Sinopse:
Dono de uma retórica extraordinária é praticamente idolatrado pelos fiéis da Paróquia de Southwark, onde está a sede da ordem. Assim como seus antecessores, seu maior objetivo é a destruição da Ordem do Templo e o fortalecimento da Inquisição. No entanto, na ânsia de alcancá-lo, pode ter colocado sua própria cabeça a prêmio...

(*) Estirpe/raça "Humanus", como a maioria da população, ver Crepúsculo.
Ficha de Jogo: em breve.


Templários Católicos

"Ordens Católicas: elas existem...?" (Filhos da Meia-Noite)

Líder: Luca Wilgès (*)
Status Hierárquico: Cardeal
Sinopse: Luca havia sido acusado de tentar assassinar a líder da Irmandade de Malta em Veneza, Angelina de Caprio, mas foi capturado em Londres e posteriormente inocentado após um grande julgamento envolvendo a sua ordem e a Inquisição Católica.

(*) Estirpe/raça "Humanus", como a maioria da população, ver Crepúsculo.
Ficha de Jogo: em breve


Cabalistas Judaicos

"Além dos hospitalários, são os únicos realmente dignos de confiança". (Templários Anglicanos)

Líder: Aaron Laba-Savir
Status Hierárquico: Magno Mago
Sinopse:
Filho de um anjo (*), Aaron passou boa parte de sua vida dedicando-se ao estudo da Cabala e da Angelologia. Abalado pelo assassinato de seu mestre e antigo líder da ordem em Londres, parece ter deixado de lado sua aparente passividade na busca pelos culpados. Como um verdadeiro mago, tem ainda o poder da premonição e a capacidade de entender a alma das pessoas (**).

(*) Estirpe/ Raça "Nefilin da Ordem", ver Crepúsculo.
(**) Dádiva Propheticus, idem e Liber Des Ritae.
Ficha de Jogo: em breve.


Senhores do Krav Magah

"Nem se juntando a Mihna seriam capazes de nos vencer, muito menos o seu líder, embora alguns tolos acreditem nisso..." (Ofício Profano)

Líder: Isaac Saban
Status Hierárquico: Sétimo entre os Senhores
Sinopse:
Criado pela Ordem e nascido do ventre de um animal (*) nas redondezas de Telaviv, foi salvo da morte certa durante uma ação do exército israelense. Com a capacidade de manipular o próprio corpo, desenvolveu o poder de criar em torno de si uma espécie de armadura espiritual (**), o que o tornou mais resistente a danos. Ex- membro do exército e do temido serviço secreto israelense, o Mossad, ficou conhecido como a "cólera de Javè". Segundo dizem, a única pessoa capaz de rivalizar pessoalmente com Isaac é a líder do Ofício Profano.

(*) Estirpe/ Raça "Deadalus da Ordem", ver Crepúsculo.
(**) Dádiva Locus, idem e Liber Des Ritae.
Ficha de Jogo: em breve.


Mihna

"Cometemos o erro de não nos preocuparmos com eles, agora querem exercer o mesmo papel da Inquisição Católica na Idade Média". (Templários Anglicanos)

Líder: Ahmed Haji (*)
Status Hierárquico: Revelador
Sinopse:
Desde que assumiu a liderança da ordem na cidade, as ações da Mihna vêm se tornando cada vez mais ousadas, principalmente contra a Wicca, gerando conflitos não só com esta sociedade, mas como os hospitalários anglicanos.

(*) Estirpe/raça "Humanus", como a maioria da população, ver Crepúsculo.
Ficha de Jogo: em breve.

Nizaris Ismaelitas

"Precisamos de soldados dispostos a morrer por Alá. Talvez seja a hora de pôr fim à dinastia Ramidi...". (Mihna)

Líder: Mohammad Ramidi (*)
Status Hierárquico: Sétimo entre os Nizaris
Sinopse:
Com o poder de manipular o elemento Terra (*), Mohammad é considerado por alguns como pouco enérgico para com os "inimigos de Alá". Apesar disso, nunca deixou de buscar a defesa dos preceitos do Islã, embora evite ao máximo o conflito direto com outras ordens, principalmente, os templários. Existindo, de fato, um certa "tolerância" entre seus membros em Londres.

(*) Estirpe/raça "Humanus", como a maioria da população, ver Crepúsculo.
(**) Dádiva Terrae, ver Liber Des Ritae.
Ficha de Jogo: em breve.


Tibetanos

"Na há lugar para pacifistas em Londres, a cidade das brumas sempre esteve em guerra..." (Ofício Profano)

Líder: Monge Li Yu Ming
Status Hierárquico: Condutor
Sinopse:
Com o poder de manipular a mente (*), podendo até mesmo invadir a mente de outras pessoas, lendo os seus pensamentos, Li Yu Ming recebeu uma segunda chance de viver ao ser mortalmente ferido (**). Cansado de tantas batalhas, tornou-se por anos um verdadeiro eremita, dedicando-se à cura de sua própria alma. Mas o antigo mestre budista está de volta.

(*) Dádiva Obsignio, ver Crepúsculo e Liber Des Ritae.
(**) Estirpe/Raça "Nituus", ver Crepúsculo.
Ficha de Jogo: em breve

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